quinta-feira, 14 de maio

A solidão dos bem-aceitos: Quando a afabilidade esconde uma profunda solidão interna
Tecnologia 24/04/2026

A solidão dos bem-aceitos: Quando a afabilidade esconde uma profunda solidão interna

A solidão dos bem-aceitos: Quando a afabilidade esconde uma profunda solidão interna

A solidão dos bem-aceitos: Uma lacuna profunda em nossa sociedade

Não é raro ver pessoas que são amadas e respeitadas por todos ao seu redor. Elas são as que sempre estão sorrindo, as que sempre estão dispostas a ajudar, as que sempre estão no centro da ação. Mas, ao mesmo tempo, há uma lacuna profunda em suas vidas que não pode ser facilmente percebida. É a solidão dos bem-aceitos.

A solidão dos bem-aceitos não tem nada a ver com a falta de amigos ou familiares. É a solidão de pessoas que são tão adequadas, tão confiáveis, tão... finas que ninguém pensa em perguntar ao elas como está mesmo sendo. É uma solidão silenciosa, uma solidão que pode ser difícil de reconhecer.

De acordo com pesquisas, essas pessoas estão mais propensas a desenvolver depressão e ansiedade do que outras que têm mais problemas de saúde mental. Eles estão mais propensas a ter problemas de relacionamento e de comunicação. Eles estão mais propensos a se sentir isolados e abandonados, mesmo quando estão cercados por pessoas.

É como se a afabilidade fosse um disfarce para a solidão. É como se a confiança fosse um modo de esconder a insegurança. É como se a amabilidade fosse um véu para a dor. Mas, eventualmente, o véu cai e a realidade começa a emergir.

Agora, você pode estar pensando: 'Mas que tem a ver isso comigo?' A verdade é que podemos todos ser bem-aceitos, e ainda assim, estar passando por isso. Podemos todos ser confiáveis, e ainda assim, estar lutando com a solidão. Podemos todos ser amizáveis, e ainda assim, estar sentindo isso.

O que podemos fazer? Podemos começar a perguntar. Podemos começar a perguntar como as outras estão se sentindo, não apenas se elas estão 'bem'. Podemos começar a perguntar se elas estão realmente bem, não apenas se elas estão 'fine'. Podemos começar a ser mais atenciosos, mais ativos, mais presentes.

Não somos todos bem-aceitos. Nós somos todos pessoas, com nossas próprias lutas, nossas próprias dores. E é hora de começar a se importar um com o outro, mesmo quando estamos cercados por outras pessoas.